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Comércio, trabalhadores e indústria esperam mais Incentivos

Notícias (30/08/12)  

Para representantes dos trabalhadores, corte facilita o barateamento do crédito no Brasil

De modo geral, representantes de todos os setores produtivos acreditam que ocorte de 0,50 ponto percentual da Selic, a taxa básica de juro, foi bem-vindo.

Entretanto, especialmente para a indústria e a classe trabalhadora, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) deveria promover mais incentivos para o setor.

Comércio: Bom para o consumidor, mas precisa de melhorias

Para os representantes do comércio no Brasil, a redução da Selic possibilita que o governo pressione os bancos a reduzirem os juros aos consumidores. Porém, ainda é necessário criar estímulos adicionais.

A Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) o novo corte de 0,5 ponto porcentual na Selic deve significar uma economia de R$ 10 bilhões para o governo.

Para a Federação, a queda na Selic reforça a pressão para a redução de juros na ponta, o que estimula o setor privado a trocar investimentos financeiros por investimentos produtivos. Além disso, os juros mais baixos possibilitam que mais pessoas físicas e jurídicas adquiram financiamento, estimulando a produção e o consumo interno. Movimento saudável para economia nacional. Por outro lado, o governo precisa destinar melhor os recursos poupados com os cortes na taxa básica de juros, implementando, por exemplo, medidas que canalizem essas "sobras" para elevar o grau de investimento do setor privado, ao invés de ser leniente com os gastos correntes.

Na avaliação da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), o processo de afrouxamento monetário, iniciado há um ano, é a única maneira de o governo estimular a atividade econômica como um todo, uma vez que atinge positiva e indiscriminadamente todos os setores da economia brasileira. ”Essa política deve vir acompanhada de medidas de desoneração tributária e de expansão do crédito”, afirma o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Jr.

Indústria acredita que ainda precisa de mais incentivos

Para a Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), a nova redução da taxa Selic é coerente com o quadro de baixo nível de atividade, mas não é suficiente. A Federação insiste na necessidade de adoção de medidas que aliviem os custos de produção e aumentem a competitividade do produto nacional, fator chave para a retomada da confiança empresarial e, consequentemente, do crescimento econômico brasileiro.

Para o presidente da Fiesp/Ciesp (Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, a redução da taxa de juros é uma medida correta, mas não é suficiente para garantir uma retomada mais forte do crescimento econômico. Se outras medidas urgentes não forem tomadas, como a redução do custo do gás e energia elétrica, diminuição e simplificação da carga tributária e da burocracia, manutenção do câmbio em patamares acima de R$ 2, além da melhoria das condições de infraestrutura do país, continuaremos tendo problemas graves de competitividade.

Trabalhores: no caminho certo

Para o presidente da Força Sindical, Miguel Eduardo Torres, a decisão anunciada ontem (29) pelo Copom (Comitê de Política Monetária) mostra que o governo está no caminho certo ao atender os apelos dos trabalhadores. “Acreditamos que o barateamento do crédito torna mais fácil a entrada do Brasil em um novo ciclo de recuperação econômica”, afirma.

Fonte: Info Money

 

 




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